Salve, salve, frequentadores deste Blog!
Eu sei que ando sumido, mas as ocupações da vida e a falta do que escrever me mantiveram afastado deste espaço.
Esta semana foi muito intensa, pois participei da comissão organizadora da IV Semana de Pós-Graduação de Bioquímica Médica, que é um evento realizado pelo nosso instituto e é totalmente organizado por alunos da pós-graduação. Foram dias intensos, porém válidos. Ver o resultado positivo no final é sempre gratificante quando se está organizando algo. Claro que sempre temos aborrecimentos, estresse e adjacências, mas a oportunidade de conhecer gente nova e estreitar laços com outras foi superior a isso tudo! Agradeço a todos os membors da comissão pela oportunidade dada! Valeu mesmo!
Mas, ainda não acabou! Semana que vem será o Curso de Férias "micareteiro", afinal, como o nome sugere, Curso de Férias deveria ser nas férias. Este curso será realizado no CIEP 386 - Guilherme da Silveira Filho, em Jardim Bangu! Como já tenho Doutorado em Cursos de Férias, confesso que essa atividade será mais fácil que de organizar um evento como o primeiro citado no post.
Bem, se não fosse o bastante, ainda darei mini-curso na XVII Semana de Biologia da UERJ...
Ainda bem que adoro essa vida!
E o que isso representa pro Blog? Como vocês notaram, acabo não atualizando com frequência. Além disso, tenho andado sem criatividade pra escrever poemas, o que é normal pela minha atual situação. Mas, confesso que quase postei a crônica Conselheiro amoroso novamente... teria sido perfeita! Ahahahahahahahah!!!
Acho que é isso!
Até a próxima!
Olá pessoas! Finalmente estou expandindo os horizontes! Espero que gostem deste espaço reservado para um monte de coisas! Afinal, vontade e assunto para escrever não faltam! Tá certo, faltará tempo... mas darei um jeito! Espero que gostem!
sábado, 23 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
Promovendo a felicidade alheia.
Boa madruga (sim, Madruga!), pessoas!
A pergunta é simples: com que frequência vocês se sentem felizes por ajudar alguém? Comigo tem sido o tempo todo! Sinto um prazer enorme em ajudar as pessoas. Mais que isso, enche-me de alegria/felicidade ver que um simples gesto promove a felicidade do próximo. Sinto-me realmente realizado com isso. E isso tem acontecido com uma certa regularidade nos útltimos meses de minha vida. Acho que descobri valores até então tímidos em meu ser. Sentimentos que despertaram um fervor em querer contribuir de alguma forma pra que as pessoas que me cercam sejam felizes. Não importa se tem que ser financeiramente ou tomando partido para resolver situações aparentemente "irresolvíveis". Eu quero estar lá e ajudar! O que ganho com isso? Ah, além de um espacinho no Céu (eheheheheh!!!), ganho a satisfação de ver uma pessoa feliz! A alegria que me dá, isso vai sem eu dizer (Apenas mais uma de amor, Lulu Santos).
Pois é isso! Não tenho poema pra essa situação e tô com preguiça de procurar um aleatório. Só queria mesmo postar sobre isso, pois hoje fiquei muito feliz por ter contribuído pra felicidade de alguém...
That' all folks!
A pergunta é simples: com que frequência vocês se sentem felizes por ajudar alguém? Comigo tem sido o tempo todo! Sinto um prazer enorme em ajudar as pessoas. Mais que isso, enche-me de alegria/felicidade ver que um simples gesto promove a felicidade do próximo. Sinto-me realmente realizado com isso. E isso tem acontecido com uma certa regularidade nos útltimos meses de minha vida. Acho que descobri valores até então tímidos em meu ser. Sentimentos que despertaram um fervor em querer contribuir de alguma forma pra que as pessoas que me cercam sejam felizes. Não importa se tem que ser financeiramente ou tomando partido para resolver situações aparentemente "irresolvíveis". Eu quero estar lá e ajudar! O que ganho com isso? Ah, além de um espacinho no Céu (eheheheheh!!!), ganho a satisfação de ver uma pessoa feliz! A alegria que me dá, isso vai sem eu dizer (Apenas mais uma de amor, Lulu Santos).
Pois é isso! Não tenho poema pra essa situação e tô com preguiça de procurar um aleatório. Só queria mesmo postar sobre isso, pois hoje fiquei muito feliz por ter contribuído pra felicidade de alguém...
That' all folks!
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Capítulo final? Depende! Encaro como um novo começo....
Olá pessoas! Primeiramente, muito boa noite! Como têm passado? Espero que bem!
Ontem foi mais um dia curioso, daqueles que sinto uma vontade enorme de sair escrevendo o que me vêm à cabeça, sem sequer pensar nas "consequências" disso (como se eu me importasse muito...).
Comecei um texto imenso, que já no início trazia algumas considerações sobre o post (ver abaixo). Porém, acabei dormindo enquanto rascunhava no Word e, quando acordei hoje, senti que não deveria continuar a escrever sobre o tal assunto. Por quê? Bem, curiosamente (será?), há um post bem parecido que foi escrito no dia 16/09 (Bloqueio! Por enquanto!). A ideia continua sendo bem parecida. Eu fico extremamente triste, chateado e resolvo escrever sobre o assunto. Entretanto, na manhã seguinte, sinto que não há necessidades de falar sobre algo que já passou. Ainda mais nesse caso.
A questão é que demorei um pouco pra enxergar uma dura realidade. Mas, agora que entendi, decidi seguir em frente. Quanto aos nós? Que se danem os nós (Isso aí, Ana Carol!). Tá, foi apenas força de expressão. Digamos que agora estou preso por laços, o que já me soa bem diferente!
Sendo assim, a partir de hoje este blog passará por mudanças em seus assuntos. Sei que ele virou praticamente um Diário Sentimental nestes meses de existência, mas agora pretendo o utilizar com outros objetivos. Que tal começar com o objetivo original, que é divulgar meus poemas? Então será exatamente isso!
Obrigado a todos que acompanharam minha novela mexicana, mas sinto dizer que este é o capítulo final (pelo menos por tempo indeterminado). Se um dia voltarei a escrever sobre ela? Ainda não sei... Only God knows it!
Ah, antes de fechar, aqui vão as considerações que dariam início ao que pensei em postar ontem:
"Boa noite pessoas!
Comunicados importantes
1) Aviso desde já que este post será repleto de melancolia, o que pode te fazer querer chorar.
2) Também será permeado de conteúdo musical, o que pode querer te fazer cantar e/ou ouvir determinadas músicas.
3) Embora haja outras coisas importantes, talvez o principal aviso seja este: acho que este será o maior post já publicado neste blog. Sendo assim, o momento de parar é este! Pare agora ou... quando quiser. Como diria Sílvio Santos: “É por sua conta e risco!”
Viu do que vocês foram poupados? Ahahahahahahahah!!!
Agora sim, Paz e bem a todos!
Reinaldo Estilo
Ontem foi mais um dia curioso, daqueles que sinto uma vontade enorme de sair escrevendo o que me vêm à cabeça, sem sequer pensar nas "consequências" disso (como se eu me importasse muito...).
Comecei um texto imenso, que já no início trazia algumas considerações sobre o post (ver abaixo). Porém, acabei dormindo enquanto rascunhava no Word e, quando acordei hoje, senti que não deveria continuar a escrever sobre o tal assunto. Por quê? Bem, curiosamente (será?), há um post bem parecido que foi escrito no dia 16/09 (Bloqueio! Por enquanto!). A ideia continua sendo bem parecida. Eu fico extremamente triste, chateado e resolvo escrever sobre o assunto. Entretanto, na manhã seguinte, sinto que não há necessidades de falar sobre algo que já passou. Ainda mais nesse caso.
A questão é que demorei um pouco pra enxergar uma dura realidade. Mas, agora que entendi, decidi seguir em frente. Quanto aos nós? Que se danem os nós (Isso aí, Ana Carol!). Tá, foi apenas força de expressão. Digamos que agora estou preso por laços, o que já me soa bem diferente!
Sendo assim, a partir de hoje este blog passará por mudanças em seus assuntos. Sei que ele virou praticamente um Diário Sentimental nestes meses de existência, mas agora pretendo o utilizar com outros objetivos. Que tal começar com o objetivo original, que é divulgar meus poemas? Então será exatamente isso!
Obrigado a todos que acompanharam minha novela mexicana, mas sinto dizer que este é o capítulo final (pelo menos por tempo indeterminado). Se um dia voltarei a escrever sobre ela? Ainda não sei... Only God knows it!
Ah, antes de fechar, aqui vão as considerações que dariam início ao que pensei em postar ontem:
"Boa noite pessoas!
Comunicados importantes
1) Aviso desde já que este post será repleto de melancolia, o que pode te fazer querer chorar.
2) Também será permeado de conteúdo musical, o que pode querer te fazer cantar e/ou ouvir determinadas músicas.
3) Embora haja outras coisas importantes, talvez o principal aviso seja este: acho que este será o maior post já publicado neste blog. Sendo assim, o momento de parar é este! Pare agora ou... quando quiser. Como diria Sílvio Santos: “É por sua conta e risco!”
Viu do que vocês foram poupados? Ahahahahahahahah!!!
Agora sim, Paz e bem a todos!
Reinaldo Estilo
sábado, 2 de outubro de 2010
Viva le Blog and all his poems!
Olá pessoas! Demorei muito? Espero que não!
Os acontecimentos destas últimas semanas me levaram a uma atividade bem interessante: releitura de poemas!
Sim, sim, foi exatamente o que eu fiz! Confesso que não releio meus poemas há muito tempo. Porém, acho que dei mais atenção a eles neste período.
Foi muito interessante ver a “evolução” do meu modo de escrever. De alguma forma sinto que melhorei bastante. Não digo apenas na parte de métrica, estrutura, rimas e todos esses quesitos literários teóricos (até porque não me importo com eles!). Falo da profundidade com a qual abordo determinados assuntos/sentimentos nos poemas. Fico realmente impressionado comigo mesmo de vez em quando. Não sei de onde saem aquelas frases pra impactar (parafraseando Jay, Campo Minado). Além disso, ainda comecei a escrever em forma de poema-em-prosa! Isso também foi uma boa novidade. E cada vez escrevo mais sem estrutura! O curioso é que as rimas saem mesmo quando não quero rimar! Vai entender...
Bem, espero que a evolução seja realmente para melhor e que as mudanças aconteçam nos momentos corretos. Mas, que fique bem claro também que não estou, de forma alguma, depreciando ou me desfazendo dos poemas antigos. Entendo a importância de todos eles para o meu crescimento. Sei muito bem que era o melhor que eu estava fazendo naquele momento e todos eles têm sua devida parcela de "culpa" neste novo modo de escrever. Se não fossem eles, talvez não estivesse com esse Blog hoje!
Se tenho produzido neste período? Não, na verdade ando sem idéias recentemente. Nem mesmo para escrever um artigo científico eu tenho conseguido me concentrar direito! Ahahahahahahah!!! Mas, é apenas o momento.
Well, whatever!
Bem, como não tenho poema pra postar hoje, colocarei uma música do Skank, cujo show ontem foi Sensacional, que tem algo a ver com isso!
I hope u enjoy it!
Resposta
(Composição: Samuel Rosa / Nando Reis)
Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou pra trás
Também o que nos juntou
Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só pra saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
Ainda espero
Resposta
Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou
Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão
Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite
Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante.
Os acontecimentos destas últimas semanas me levaram a uma atividade bem interessante: releitura de poemas!
Sim, sim, foi exatamente o que eu fiz! Confesso que não releio meus poemas há muito tempo. Porém, acho que dei mais atenção a eles neste período.
Foi muito interessante ver a “evolução” do meu modo de escrever. De alguma forma sinto que melhorei bastante. Não digo apenas na parte de métrica, estrutura, rimas e todos esses quesitos literários teóricos (até porque não me importo com eles!). Falo da profundidade com a qual abordo determinados assuntos/sentimentos nos poemas. Fico realmente impressionado comigo mesmo de vez em quando. Não sei de onde saem aquelas frases pra impactar (parafraseando Jay, Campo Minado). Além disso, ainda comecei a escrever em forma de poema-em-prosa! Isso também foi uma boa novidade. E cada vez escrevo mais sem estrutura! O curioso é que as rimas saem mesmo quando não quero rimar! Vai entender...
Bem, espero que a evolução seja realmente para melhor e que as mudanças aconteçam nos momentos corretos. Mas, que fique bem claro também que não estou, de forma alguma, depreciando ou me desfazendo dos poemas antigos. Entendo a importância de todos eles para o meu crescimento. Sei muito bem que era o melhor que eu estava fazendo naquele momento e todos eles têm sua devida parcela de "culpa" neste novo modo de escrever. Se não fossem eles, talvez não estivesse com esse Blog hoje!
Se tenho produzido neste período? Não, na verdade ando sem idéias recentemente. Nem mesmo para escrever um artigo científico eu tenho conseguido me concentrar direito! Ahahahahahahah!!! Mas, é apenas o momento.
Well, whatever!
Bem, como não tenho poema pra postar hoje, colocarei uma música do Skank, cujo show ontem foi Sensacional, que tem algo a ver com isso!
I hope u enjoy it!
Resposta
(Composição: Samuel Rosa / Nando Reis)
Bem mais que o tempo
Que nós perdemos
Ficou pra trás
Também o que nos juntou
Ainda lembro
Que eu estava lendo
Só pra saber
O que você achou
Dos versos que eu fiz
Ainda espero
Resposta
Desfaz o vento
O que há por dentro
Desse lugar
Que ninguém mais pisou
Você está vendo
O que está acontecendo
Nesse caderno
Sei que ainda estão
Os versos seus
Tão meus que peço
Nos versos meus
Tão seus que esperem
Que os aceite
Em paz eu digo que eu sou
O antigo do que vai adiante
Sem mais eu fico onde estou
Prefiro continuar distante.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Indo em frente...
Olá pessoas!
Começo este post citando uma música que gosto muito, Back in Black, do AC/DC:
"'Cause I'm back! Yes, I'm back!
Well, I'm back! Yes, I'm back!
Well, I'm back, back
Well, I'm back in black
Yes, I'm back in black!"
Pois bem, depois de um fim de semana estranho (só pra variar um pouquinho), estou de volta! Isso mesmo! Assim que decidi resolver determinadas pendências de um passado recente, as coisas começaram a andar de uma forma diferente! Sentia-me culpado por determinadas situações não terem tomado a direção que eu julgava ser a melhor. Isto me cansava muito mental e emocionalmente. Cheguei a sentir que "o fim de uma Era estava próximo". Mas, ao colocar a cabeça no lugar, respirar mais profundamente e dar um pouco mais de tempo ao tempo, cheguei à brilhante conclusão de que, se errei, foi querendo acertar (parece letra de pagode, eu sei...), o que me "isenta" de certa culpa. Acredito que a menor intenção de ser melhor já é Amor (Obrigado pelas belíssimas palavras, Walmir Alencar!). Isto é, o tempo todo eu só estava querendo o melhor para mim e para aqueles que me cercam! Posso não ter sido bom o bastante nesta tarefa, mas sei que me esforcei para a cumprir com perfeição!
Onde quero chegar? Então, é hora de olhar para frente e avistar novos horizontes! Eu vejo a vida melhor no futuro (Valeu, Lulu!) e vou em busca disso. Com a mente mais aberta pelos aprendizados que tive/tenho/terei, sei que vou alcançar aquilo que almejo!
Bem, para retratar o período difícil do fim de semana, escrevi um poema que só tô tendo vontade de postar agora! Acho que ele deixa clara a divisão de águas pela qual estou passando (até porque ele é divido em duas partes... eheheheheh!!!)!
Deixando de conversa, aqui vai!
Seguindo
Sigo imerso na insensatez de esperar por algo que só existe na idéia. Algo que jamais poderei ter.
Sigo por caminhos obscuros dentro de minha mente leviana. Lugares onde encontro apenas mais loucura.
Sigo sentindo o que não deveria, mesmo sabendo que não alcançarei o estado real do que minha imaginação persiste em encontrar.
Sigo uma realidade fantasiosa, na qual sou levado a acreditar em sonhos e utopias atreladas ao estado que penso ser real.
Sigo achando que sou o último romântico, como se nada mais me restasse na vida a não ser esperar por um amor surreal e impossível.
...
Sigo apenas por seguir, pois sei que não adianta parar e lamentar eternamente por amores imperfeitos.
Sigo porque não consigo ficar parado, estagnado, simplesmente esperando que as coisas aconteçam na minha vida.
Sigo porque sinto que um dia minha hora chegará e as lamentações, desilusões e confusões do passado servirão apenas para enfeitar e valorizar ainda mais o caminho trilhado.
Sigo, sim, buscando o que existe apenas na idéia. Mas, o que seria de nós se não existissem os sonhos e ideais?
Sigo buscando a felicidade, pois isso é o que mais quero e, na verdade, sei que um dia a encontrarei.
Começo este post citando uma música que gosto muito, Back in Black, do AC/DC:
"'Cause I'm back! Yes, I'm back!
Well, I'm back! Yes, I'm back!
Well, I'm back, back
Well, I'm back in black
Yes, I'm back in black!"
Pois bem, depois de um fim de semana estranho (só pra variar um pouquinho), estou de volta! Isso mesmo! Assim que decidi resolver determinadas pendências de um passado recente, as coisas começaram a andar de uma forma diferente! Sentia-me culpado por determinadas situações não terem tomado a direção que eu julgava ser a melhor. Isto me cansava muito mental e emocionalmente. Cheguei a sentir que "o fim de uma Era estava próximo". Mas, ao colocar a cabeça no lugar, respirar mais profundamente e dar um pouco mais de tempo ao tempo, cheguei à brilhante conclusão de que, se errei, foi querendo acertar (parece letra de pagode, eu sei...), o que me "isenta" de certa culpa. Acredito que a menor intenção de ser melhor já é Amor (Obrigado pelas belíssimas palavras, Walmir Alencar!). Isto é, o tempo todo eu só estava querendo o melhor para mim e para aqueles que me cercam! Posso não ter sido bom o bastante nesta tarefa, mas sei que me esforcei para a cumprir com perfeição!
Onde quero chegar? Então, é hora de olhar para frente e avistar novos horizontes! Eu vejo a vida melhor no futuro (Valeu, Lulu!) e vou em busca disso. Com a mente mais aberta pelos aprendizados que tive/tenho/terei, sei que vou alcançar aquilo que almejo!
Bem, para retratar o período difícil do fim de semana, escrevi um poema que só tô tendo vontade de postar agora! Acho que ele deixa clara a divisão de águas pela qual estou passando (até porque ele é divido em duas partes... eheheheheh!!!)!
Deixando de conversa, aqui vai!
Seguindo
Sigo imerso na insensatez de esperar por algo que só existe na idéia. Algo que jamais poderei ter.
Sigo por caminhos obscuros dentro de minha mente leviana. Lugares onde encontro apenas mais loucura.
Sigo sentindo o que não deveria, mesmo sabendo que não alcançarei o estado real do que minha imaginação persiste em encontrar.
Sigo uma realidade fantasiosa, na qual sou levado a acreditar em sonhos e utopias atreladas ao estado que penso ser real.
Sigo achando que sou o último romântico, como se nada mais me restasse na vida a não ser esperar por um amor surreal e impossível.
...
Sigo apenas por seguir, pois sei que não adianta parar e lamentar eternamente por amores imperfeitos.
Sigo porque não consigo ficar parado, estagnado, simplesmente esperando que as coisas aconteçam na minha vida.
Sigo porque sinto que um dia minha hora chegará e as lamentações, desilusões e confusões do passado servirão apenas para enfeitar e valorizar ainda mais o caminho trilhado.
Sigo, sim, buscando o que existe apenas na idéia. Mas, o que seria de nós se não existissem os sonhos e ideais?
Sigo buscando a felicidade, pois isso é o que mais quero e, na verdade, sei que um dia a encontrarei.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Penso, logo existo?!
Boa noite a todos.
Hoje, nem de longe, está sendo um bom dia, dependendo do aspecto a ser considerado (que, obviamente, que acompanha este Blog já até pode imaginar). Reconheci determinados sentimentos que estão me incomodando profundamente ao longo do dia. Sinto um aperto estranho na alma (já passou há tempos pelo coração), como seu meu mundo estivesse se desfazendo de uma parte importante!
Espero realmente que seja apenas o reflexo de um dia ruim, pois não sei se saberei lidar caso este sentimento seja verdadeiro.
Em meio à confusão que se instaura em minha mente, acabei escrevendo um poema. Provalvemente postarei aqui de novo ainda hoje, pois fiquei com vontade de escrever sobre outro assunto que não tem muito a ver com o que acabou surgindo ao longo do dia...
Aqui vai!
Sem existir
Sinto-me rejeitado pelo meu próprio ser
Nulo
Ignorado
Isento de qualquer sentimento que me traga constância
Prevejo momentos de total repugnância
Propagada aos montes por toda extensão do que chamo de Eu
Sinto-me isolado
Sozinho
Acuado em minha ignorância
Distante de tudo aquilo que me faz sorrir
E não há maneira de intervir
Pego-me pensando desapercebido
Se tudo que sei se resume a um mundo em torno do umbigo
E a um existencialismo incoerente
Pressuposto de forma inconveniente
Por pensar que penso demais
Finco estacas que me mantêm irresoluto
Desfaço-me de esperanças em meio ao absurdo
Vejo escombros de minha alma desmoronada
Corro para me apegar a tudo e a nada
Recorro aos cacos de uma vida despedaçada
Tentando, em vão, reconstruir meu Universo
De qualquer forma, seja simples ou complexo
Seja apenas o que for
Inodor, insípido e incolor
Impreciso, inconciso e fugaz
Fantasia e realidade não me importam mais
Quero apenas a verdade
Simples, objetiva e sem alarde
Do jeito que tem que ser
Pois existo em minha existência
Sem existir em minha coerência
Assim é o meu viver
Hoje, nem de longe, está sendo um bom dia, dependendo do aspecto a ser considerado (que, obviamente, que acompanha este Blog já até pode imaginar). Reconheci determinados sentimentos que estão me incomodando profundamente ao longo do dia. Sinto um aperto estranho na alma (já passou há tempos pelo coração), como seu meu mundo estivesse se desfazendo de uma parte importante!
Espero realmente que seja apenas o reflexo de um dia ruim, pois não sei se saberei lidar caso este sentimento seja verdadeiro.
Em meio à confusão que se instaura em minha mente, acabei escrevendo um poema. Provalvemente postarei aqui de novo ainda hoje, pois fiquei com vontade de escrever sobre outro assunto que não tem muito a ver com o que acabou surgindo ao longo do dia...
Aqui vai!
Sem existir
Sinto-me rejeitado pelo meu próprio ser
Nulo
Ignorado
Isento de qualquer sentimento que me traga constância
Prevejo momentos de total repugnância
Propagada aos montes por toda extensão do que chamo de Eu
Sinto-me isolado
Sozinho
Acuado em minha ignorância
Distante de tudo aquilo que me faz sorrir
E não há maneira de intervir
Pego-me pensando desapercebido
Se tudo que sei se resume a um mundo em torno do umbigo
E a um existencialismo incoerente
Pressuposto de forma inconveniente
Por pensar que penso demais
Finco estacas que me mantêm irresoluto
Desfaço-me de esperanças em meio ao absurdo
Vejo escombros de minha alma desmoronada
Corro para me apegar a tudo e a nada
Recorro aos cacos de uma vida despedaçada
Tentando, em vão, reconstruir meu Universo
De qualquer forma, seja simples ou complexo
Seja apenas o que for
Inodor, insípido e incolor
Impreciso, inconciso e fugaz
Fantasia e realidade não me importam mais
Quero apenas a verdade
Simples, objetiva e sem alarde
Do jeito que tem que ser
Pois existo em minha existência
Sem existir em minha coerência
Assim é o meu viver
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Doses!
Olá pessoas! Ainda sem muita criatividade, aventurar-me-ei aqui neste post, a fim de manter o blog atualizado.
Desde a última vez que escrevi aqui, algumas coisas mudaram. Nada muito comprometedor, mas mudaram. Tive vontade de colocar algumas coisas pra fora e aí estão... Não há uma ordem específica de importância, apenas seguem minha vontade. Não tá tudo aí, mas acho que é um começo...
Doses
- Doses de Paciência, para aguentar muita gente ignorante que encontro pelo caminho;
- Doses de Sabedoria, para discernir o que é melhor para minha vida e a do irmão;
- Doses de Coragem, para assumir de uma vez por todas aquilo que sinto, mas tenho medo de dizer;
- Doses de Esperteza, para entender determinadas coisas que se passam ao meu redor;
- Doses de Sagacidade, porque ser ingênuo o tempo todo me desgasta;
- Doses de Certeza, porque conviver com a dúvida é bom, mas só de vez em quando;
- Doses de Energia, porque quero aproveitar a vida ao máximo e não perder tempo descansando;
- Doses de Egoísmo, para entender que preciso me colocar em primeiro lugar em determinadas ocasiões;
- Doses de Lirismo, para que possa mostrar da melhor forma possível o que sinto pelas pessoas;
- Doses de Feniletilamina, porque estar apaixonado é uma das coisas que mais gosto na vida, embora me traga muitas confusões;
- Doses de Amor, porque sem isso não dá pra viver;
- Doses de Reinaldo, para que sempre mais e mais Reinaldo será sempre Reinaldo seja uma verdade em minha vida e que eu nunca finja ser quem não sou por qualquer que seja o motivo.
Bem, sei que é um post fraquíssimo poeticamente, mas foi o que me deu vontade de escrever.
Até a próxima!
Desde a última vez que escrevi aqui, algumas coisas mudaram. Nada muito comprometedor, mas mudaram. Tive vontade de colocar algumas coisas pra fora e aí estão... Não há uma ordem específica de importância, apenas seguem minha vontade. Não tá tudo aí, mas acho que é um começo...
Doses
- Doses de Paciência, para aguentar muita gente ignorante que encontro pelo caminho;
- Doses de Sabedoria, para discernir o que é melhor para minha vida e a do irmão;
- Doses de Coragem, para assumir de uma vez por todas aquilo que sinto, mas tenho medo de dizer;
- Doses de Esperteza, para entender determinadas coisas que se passam ao meu redor;
- Doses de Sagacidade, porque ser ingênuo o tempo todo me desgasta;
- Doses de Certeza, porque conviver com a dúvida é bom, mas só de vez em quando;
- Doses de Energia, porque quero aproveitar a vida ao máximo e não perder tempo descansando;
- Doses de Egoísmo, para entender que preciso me colocar em primeiro lugar em determinadas ocasiões;
- Doses de Lirismo, para que possa mostrar da melhor forma possível o que sinto pelas pessoas;
- Doses de Feniletilamina, porque estar apaixonado é uma das coisas que mais gosto na vida, embora me traga muitas confusões;
- Doses de Amor, porque sem isso não dá pra viver;
- Doses de Reinaldo, para que sempre mais e mais Reinaldo será sempre Reinaldo seja uma verdade em minha vida e que eu nunca finja ser quem não sou por qualquer que seja o motivo.
Bem, sei que é um post fraquíssimo poeticamente, mas foi o que me deu vontade de escrever.
Até a próxima!
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Bloqueio! Por enquanto!
O título é quase autoexplicativo, mas preciso sim dar determinadas coordenadas para que haja uma compreensão maior do assunto.
Como já dito lááááá no início deste humilde Blog, eu escrevo, muito geralmente, quando estou "Feliz" ou "Triste"! E por que as aspas? Bem, a maioria dos poemas é escrita em momentos que tô me sentindo muito feliz (geralmente quando estou apaixonado) ou quando sou acometido de uma tristeza profunda (se a paixão é acabada na marra ou estou depressivo com a vida). Pois bem! Quando comecei a escrever a trilogia Reflexões, eu estava "Triste" pra caramba! Daí, a fim de introduzir o assunto principal que, como em toda trilogia que se preze, seria abordado na segunda parte - na qual criamos o clímax da coisa -, escrevi a coisa sobre o Blog e tal. Porém, isso já era quase de madrugada e fiquei com sono e sem saco pra continuar a escrever. E foi aí que começou o entrave! O dia depois do ontem foi totalmente diferente! Acordei renovado, feliz e com uma sensação ótima de que deveria viver da melhor forma possível! Ultrapassar todos os obstáculos e seguir em frente! Mais que isso! Foi totalmente estranho, pois isso nunca ocorrera antes! Eu me conheço há 25 anos e sei que deveria ter demorado mais! Porém, desta vez foi diferente! Mudanças... elas sempre surgem quando menos esperamos. De qualquer forma, o resultado é este: não consigo mais escrever o que sentia naquela segunda-feira triste. Sendo assim, terei que abandonar a ideia original do Reflexões - Parte 2. Mas, para que vocês tenham um gostinho do que iria escrever, aqui vai o trecho inicial:
"Reflexões - Parte 2: Amores imperfeitos
Imagine a seguinte situação: você está confortavelmente imerso no seu universo particular, aproveitando sua monótona vida dentro de uma barreira contra sentimentos. De repente, surge uma pessoa especial e te tira de dentro desta barreia! Pois bem, foi isso que aconteceu comigo meses atrás."
Então, não escrevi mais que isso por conta do sono e agora NÃO quero escrever mais porque sei que será bobagem perto do que sinto! Não me fará bem remoer coisas pequenas se vivi intensamente um sentimento maravilhoso. (Des)Construí muitos conceitos na minha vida e hoje me sinto melhor que ontem! Tenho lembranças maravilhosas de momentos únicos! Isso não tem preço! Por amar tanto esse tempo é que consegui ficar tão bem em tão pouco tempo! Acho que é isso! Só pode ser a explicação para tal fato!
Bem, tenho realmente que agradecer a ela por tudo isso. Logo, Contraparte, minha querida, obrigado mesmo!
Agora, são Tempos modernos (manda ver, Lulu!!!).
Bem, acho que virá a terceira parte sim. Esperem só mais um pouquinho, ok?
Well, that's all folks!
Como já dito lááááá no início deste humilde Blog, eu escrevo, muito geralmente, quando estou "Feliz" ou "Triste"! E por que as aspas? Bem, a maioria dos poemas é escrita em momentos que tô me sentindo muito feliz (geralmente quando estou apaixonado) ou quando sou acometido de uma tristeza profunda (se a paixão é acabada na marra ou estou depressivo com a vida). Pois bem! Quando comecei a escrever a trilogia Reflexões, eu estava "Triste" pra caramba! Daí, a fim de introduzir o assunto principal que, como em toda trilogia que se preze, seria abordado na segunda parte - na qual criamos o clímax da coisa -, escrevi a coisa sobre o Blog e tal. Porém, isso já era quase de madrugada e fiquei com sono e sem saco pra continuar a escrever. E foi aí que começou o entrave! O dia depois do ontem foi totalmente diferente! Acordei renovado, feliz e com uma sensação ótima de que deveria viver da melhor forma possível! Ultrapassar todos os obstáculos e seguir em frente! Mais que isso! Foi totalmente estranho, pois isso nunca ocorrera antes! Eu me conheço há 25 anos e sei que deveria ter demorado mais! Porém, desta vez foi diferente! Mudanças... elas sempre surgem quando menos esperamos. De qualquer forma, o resultado é este: não consigo mais escrever o que sentia naquela segunda-feira triste. Sendo assim, terei que abandonar a ideia original do Reflexões - Parte 2. Mas, para que vocês tenham um gostinho do que iria escrever, aqui vai o trecho inicial:
"Reflexões - Parte 2: Amores imperfeitos
Imagine a seguinte situação: você está confortavelmente imerso no seu universo particular, aproveitando sua monótona vida dentro de uma barreira contra sentimentos. De repente, surge uma pessoa especial e te tira de dentro desta barreia! Pois bem, foi isso que aconteceu comigo meses atrás."
Então, não escrevi mais que isso por conta do sono e agora NÃO quero escrever mais porque sei que será bobagem perto do que sinto! Não me fará bem remoer coisas pequenas se vivi intensamente um sentimento maravilhoso. (Des)Construí muitos conceitos na minha vida e hoje me sinto melhor que ontem! Tenho lembranças maravilhosas de momentos únicos! Isso não tem preço! Por amar tanto esse tempo é que consegui ficar tão bem em tão pouco tempo! Acho que é isso! Só pode ser a explicação para tal fato!
Bem, tenho realmente que agradecer a ela por tudo isso. Logo, Contraparte, minha querida, obrigado mesmo!
Agora, são Tempos modernos (manda ver, Lulu!!!).
Bem, acho que virá a terceira parte sim. Esperem só mais um pouquinho, ok?
Well, that's all folks!
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Pausa pra "poemar".
Bem, como ainda não tive tempo de escrever a segunda parte de Reflexões, deixarei um poema escrito neste domingo... espero que gostem!
Imagem
Olho para frente
E vejo uma nova vertente
De meu sentimento
Fixo, estático, mas não apático
Sigo em frente
E vejo um diamante
Em lapidação constante
Tal qual o meu eu
Transformações
Mudanças
Situações de aparente inconstância
Permeiam as beiradas da alma
Tangenciam procurando um lugar
Estabelecer território
Fincar estacas e se apropriar
Vejo por um anteparo cristalino
Uma imagem refletida no espelho
Embaçada, opaca
Imagem real de tudo que anseio
Por um instante a contemplo
Reflito...
Penso
Procuro respostas
Soluções, propostas
Mas o que encontro é uma imagem
Paisagem, miragem, como preferir
Nela, marcado a ferro e fogo, estou
Impregnada como o odor puro das rosas, você
E agora, o que fazer:
Abro mão de mim e vou
Ou assumo a imagem outra vez?
Imagem
Olho para frente
E vejo uma nova vertente
De meu sentimento
Fixo, estático, mas não apático
Sigo em frente
E vejo um diamante
Em lapidação constante
Tal qual o meu eu
Transformações
Mudanças
Situações de aparente inconstância
Permeiam as beiradas da alma
Tangenciam procurando um lugar
Estabelecer território
Fincar estacas e se apropriar
Vejo por um anteparo cristalino
Uma imagem refletida no espelho
Embaçada, opaca
Imagem real de tudo que anseio
Por um instante a contemplo
Reflito...
Penso
Procuro respostas
Soluções, propostas
Mas o que encontro é uma imagem
Paisagem, miragem, como preferir
Nela, marcado a ferro e fogo, estou
Impregnada como o odor puro das rosas, você
E agora, o que fazer:
Abro mão de mim e vou
Ou assumo a imagem outra vez?
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Reflexões - Parte 1: sobre o Blog
Olá pessoas!
Quando resolvi criar este Blog, a partir da sugestão de uma amiga (Nayra, delicinha, o crédito é todo seu pela ideia!), escrevi o seguinte na 1º postagem dele: “Bem, agora terei um espaço pra colocar um monte de coisas que me vêm à cabeça, mas que geralmente vão apenas para o HD do meu computador ou conversas de Msn. Usarei este Blog para diversas finalidades: De pensamentos do dia a poesias! Na verdade, acho que foi mais pela segunda parte que fiquei interessado em escrever. (...)” - Ou seja, este espaço é para diversos fins e confesso que tenho escrito mais pensamentos do que poesias, que era a intenção inicial. Associado a isso, sinto uma vontade enorme de deixar registrado o que sinto, tal qual um diário de adolescente. Sempre acho que isso tudo pode virar material pra um livro, o qual já tentei escrever várias vezes e que canso ou fico sem ideias durante sua confecção.
Vamos aos fatos: tenho 7 seguidores neste Blog e não sei com que frequência eles o visitam. Também não sei se outras pessoas “Não seguidoras” também passam por aqui! Pra ser sincero, não sou, nem de longe, um ator desempregado, frustrado que tinha um Blog pouco freqüentado e se sentia só e mal acompanhado (Estrela de um céu nublado - Jay Vaquer). Isto é, escrevo aqui porque sinto necessidade e gosto da ideia. É claro que poderia fazer isso só pra mim e pronto, mas gosto mesmo de colocar as coisas aqui. Claro que fico de saco cheio e/ou sem tempo de vez em quando, mas procuro manter este espaço atualizado o máximo que posso. Sendo assim, gostaria mesmo de pedir paciência aos freqüentadores por não contarem sempre com algo novo e poetico por aqui. Sei que fico chovendo no molhado, contando coisas da minha vida pessoal. Mas, por outro lado, foi o que eu disse no início, escrevo o que sinto aqui porque tenho necessidade de me mostrar de vez em quando. Se as pessoas vão me achar um completo idiota por fazer isso, confesso que não me interesso. Se eu não quisesse dar esta impressão, simplesmente não escreveria e pronto!
Recentemente tenho escrito bastante sobre minha vida pessoal. Procuro não dar nomes na colocação dos fatos, pois gosto do mistério e não quero expor pessoas sem o consentimento das mesmas. Claro que quem me conhece ou sabe o que se passa acaba entendendo. Óbvio que tentarei sempre colocar uma poesia minha no final, para amenizar o post. Porém, há momentos que quero apenas desabafar e o modo que encontro pra isso é escrevendo!
Pois bem, a questão é exatamente esta. Tendo explicado o motivo de fugir tanto do que foi inicialmente proposto para este Blog, continuo minha jornada de reflexões sobre minha vida. Ah, antes de continuar, queria deixar claro também que não faço isso esperando compaixão ou porque quero mãozinha na cabeça. Repito: se escrevo é porque gosto e quero! Poderia muito bem guardar tudo no mais íntimo do meu ser ou colocar em forma de poemas, que foi o que fiz até antes de criar este espaço.
Bem, tendo deixado isso claro e explicado... vamos à segunda parte.
Quando resolvi criar este Blog, a partir da sugestão de uma amiga (Nayra, delicinha, o crédito é todo seu pela ideia!), escrevi o seguinte na 1º postagem dele: “Bem, agora terei um espaço pra colocar um monte de coisas que me vêm à cabeça, mas que geralmente vão apenas para o HD do meu computador ou conversas de Msn. Usarei este Blog para diversas finalidades: De pensamentos do dia a poesias! Na verdade, acho que foi mais pela segunda parte que fiquei interessado em escrever. (...)” - Ou seja, este espaço é para diversos fins e confesso que tenho escrito mais pensamentos do que poesias, que era a intenção inicial. Associado a isso, sinto uma vontade enorme de deixar registrado o que sinto, tal qual um diário de adolescente. Sempre acho que isso tudo pode virar material pra um livro, o qual já tentei escrever várias vezes e que canso ou fico sem ideias durante sua confecção.
Vamos aos fatos: tenho 7 seguidores neste Blog e não sei com que frequência eles o visitam. Também não sei se outras pessoas “Não seguidoras” também passam por aqui! Pra ser sincero, não sou, nem de longe, um ator desempregado, frustrado que tinha um Blog pouco freqüentado e se sentia só e mal acompanhado (Estrela de um céu nublado - Jay Vaquer). Isto é, escrevo aqui porque sinto necessidade e gosto da ideia. É claro que poderia fazer isso só pra mim e pronto, mas gosto mesmo de colocar as coisas aqui. Claro que fico de saco cheio e/ou sem tempo de vez em quando, mas procuro manter este espaço atualizado o máximo que posso. Sendo assim, gostaria mesmo de pedir paciência aos freqüentadores por não contarem sempre com algo novo e poetico por aqui. Sei que fico chovendo no molhado, contando coisas da minha vida pessoal. Mas, por outro lado, foi o que eu disse no início, escrevo o que sinto aqui porque tenho necessidade de me mostrar de vez em quando. Se as pessoas vão me achar um completo idiota por fazer isso, confesso que não me interesso. Se eu não quisesse dar esta impressão, simplesmente não escreveria e pronto!
Recentemente tenho escrito bastante sobre minha vida pessoal. Procuro não dar nomes na colocação dos fatos, pois gosto do mistério e não quero expor pessoas sem o consentimento das mesmas. Claro que quem me conhece ou sabe o que se passa acaba entendendo. Óbvio que tentarei sempre colocar uma poesia minha no final, para amenizar o post. Porém, há momentos que quero apenas desabafar e o modo que encontro pra isso é escrevendo!
Pois bem, a questão é exatamente esta. Tendo explicado o motivo de fugir tanto do que foi inicialmente proposto para este Blog, continuo minha jornada de reflexões sobre minha vida. Ah, antes de continuar, queria deixar claro também que não faço isso esperando compaixão ou porque quero mãozinha na cabeça. Repito: se escrevo é porque gosto e quero! Poderia muito bem guardar tudo no mais íntimo do meu ser ou colocar em forma de poemas, que foi o que fiz até antes de criar este espaço.
Bem, tendo deixado isso claro e explicado... vamos à segunda parte.
domingo, 12 de setembro de 2010
Eu sabia que tava bom demais pra ser verdade!
Acho que meu cérebro me pregou uma boa peça esse fim de semana. O que ele fez? Simples! Ele só mudou o mecanismo de defesa contra notícias desagradáveis. "Como assim, Reinaldo?" Deixe-me explicar. Toda vez que algo muito ruim vai acontecer, geralmente começo a sentir fortíssimas dores de cabeça sem motivo aparente (fome, doença, cansaço). Isso é uma constante há anos em minha vida! Entretanto, desta vez ele usou de outro mecanismo: fez TUDO dar errado no mesmo dia! E por que isso é tão ruim? Se já não é ruim por si só tudo dar errado, pelo menos quando a cabeça doía, as coisas continuavam funcionando! Já pensou? Toda vez que algo ruim for acontecer o meu dia começar a dar errado no laboratório? Não vou defender minha tese nunca! E isso foi um dos eventos de ontem...
Mas, tudo bem! Agora já foi.
Ah, o que deu errado? Nada... poemas falam por si só! E aqui vai um...
Desorientação
Em uma montanha-russa sentimental
De cima para baixo
Ora bem, ora mal
Trilho sobre os trilhos dos caminhos que escolhi
Sigo indeciso
Impreciso
Desorientado em relação ao passado
Presente
Futuro
Em tudo que sou capaz de estabelecer
As metas
Os objetivos
As retas
Contínuas, intermitentes ou tortuosas
Oblíquas como penso que deveriam ser
Assim, de repente,
Te vejo sem transparecer
Por esquinas repletas de olhares
Curiosos, aflitos, vorazes
Todos vão ao encontro de você
Sinto-me acuado
Evasivo
Intimidado
Vou de lado, com cuidado para não me machucar
Sinto e não consigo falar
Sinto que despercebido deveria passar
Desconfortável sensação
Vejo a vida fluindo por entre os vãos
Sem ter como impedir que aconteça
Levo as mãos à cabeça
Sem sentido apelo do coração
Num momento de resistência
Exclamo “Por favor, clemência!”
E você me diz que não!
Maldita instabilidade
Que me causa uma falsa realidade
A impressão de liberdade
E ao mesmo tempo reclusão
Melancolia estagnada
Ironia engasgada
Memórias do que vivi
Deixo o tempo passar
Certo de que passará
O que sinto dentro mim
Mas, tudo bem! Agora já foi.
Ah, o que deu errado? Nada... poemas falam por si só! E aqui vai um...
Desorientação
Em uma montanha-russa sentimental
De cima para baixo
Ora bem, ora mal
Trilho sobre os trilhos dos caminhos que escolhi
Sigo indeciso
Impreciso
Desorientado em relação ao passado
Presente
Futuro
Em tudo que sou capaz de estabelecer
As metas
Os objetivos
As retas
Contínuas, intermitentes ou tortuosas
Oblíquas como penso que deveriam ser
Assim, de repente,
Te vejo sem transparecer
Por esquinas repletas de olhares
Curiosos, aflitos, vorazes
Todos vão ao encontro de você
Sinto-me acuado
Evasivo
Intimidado
Vou de lado, com cuidado para não me machucar
Sinto e não consigo falar
Sinto que despercebido deveria passar
Desconfortável sensação
Vejo a vida fluindo por entre os vãos
Sem ter como impedir que aconteça
Levo as mãos à cabeça
Sem sentido apelo do coração
Num momento de resistência
Exclamo “Por favor, clemência!”
E você me diz que não!
Maldita instabilidade
Que me causa uma falsa realidade
A impressão de liberdade
E ao mesmo tempo reclusão
Melancolia estagnada
Ironia engasgada
Memórias do que vivi
Deixo o tempo passar
Certo de que passará
O que sinto dentro mim
sábado, 11 de setembro de 2010
Dia ruim!
Em virtude de um péssimo dia, não postarei nada além de um poema que foi escrito em duas cidades: Guapé/MG e Rio de Janeiro/RJ. Só pra constar, foi mais um poema que começou de um jeito e terminou de outro. Mas, tá bom assim!
Tão nós
Inteiramente meu
E teu simultaneamente
Não me lembro do que
Ocorreu primariamente
Fingindo ser meu
Esquecendo-me que é teu
Sigo reto um caminho
Que há tempos se perdeu
Em poeira, imerso
Compactado em tormento
Desconsidero-o ser assim
Um lugar sem conhecimento
Sinto-me perdido
Achado em mil eventos
Sinto-me contido
Disperso ao mesmo tempo
Esse sou eu
Tão teu e nosso
Essa é você
Tão eu que endosso
Tão nós
Inteiramente meu
E teu simultaneamente
Não me lembro do que
Ocorreu primariamente
Fingindo ser meu
Esquecendo-me que é teu
Sigo reto um caminho
Que há tempos se perdeu
Em poeira, imerso
Compactado em tormento
Desconsidero-o ser assim
Um lugar sem conhecimento
Sinto-me perdido
Achado em mil eventos
Sinto-me contido
Disperso ao mesmo tempo
Esse sou eu
Tão teu e nosso
Essa é você
Tão eu que endosso
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Voltas...
Olá pessoas! Quanto tempo, hein? Pois é, estive fora por motivos de trabalho, mas agora estou aqui para manter esta budega atualizada!
Estas semanas foram bem intensas em diversos aspectos, o que também contribuiu para minha ausência. Dentre estes aspectos, um deles me chamou atenção. Certamente poderia ficar horas aqui dissertando sobre o assunto, mas prefiro ser breve, objetivo e sucinto desta vez (é... as coisas mudam...).
Estive pensativo durante os dias que passei fora e cheguei a algumas perguntas: por que esconder aquilo que sentimos de alguém que é tão querido e te faz bem? Será que é realmente válido seguir em frente na marra, deixando para trás pendências que fingimos esquecer para que a vida seja um pouco mais fácil? Vale mesmo a pena abandonar tudo só pra evitar sentimentos ruins? Pois bem, resolvi que não deveria desistir tão facilmente daquilo que eu queria. Fui atrás, de mansinho para não ser pego desapercebido, e, quando menos esperava, comecei a notar mudanças. O que se passava? Eu não sei direito e pretendo não saber mesmo! Sem expectativas? Não... já desisti de fugir delas! Aceito-as de bom grado! O momento é outro e o quero viver da melhor forma possível! O que será daqui pra frente? Bem, eu, particularmente, não me importo! Já disse e repito: quero viver o hoje! Gostaria de postar vários trechos de músicas que poderiam representar esse momento, mas colocarei um aqui que faz um sentido diferente.
"Feche a porta do seu quarto
Porque se toca o telefone
Pode ser alguém
Com quem você quer falar
Por horas e horas e horas..."
(Eu Sei - Legião Urbana)
Mas, se quiser entender o que se passa, veja Apenas mais uma de amor do Lulu Santos!
Ah, só pra não parecer que não tenho um poema pra situação, aqui vai um!
Resumindo: o mundo dá voltas!
Voltas
O mundo dá voltas
E acaba no mesmo lugar
A vida dá voltas
Sem destino para voltar
O mundo dá voltas
E faz com ele viajar
A vida dá voltas
E não volta para o mesmo lugar
O mundo dá voltas
Muita coisa pode mudar
A vida dá voltas
Várias pessoas se pode encontrar
Mas fique certo que um dessas voltas
Um dessas pessoas você vai amar.
Estas semanas foram bem intensas em diversos aspectos, o que também contribuiu para minha ausência. Dentre estes aspectos, um deles me chamou atenção. Certamente poderia ficar horas aqui dissertando sobre o assunto, mas prefiro ser breve, objetivo e sucinto desta vez (é... as coisas mudam...).
Estive pensativo durante os dias que passei fora e cheguei a algumas perguntas: por que esconder aquilo que sentimos de alguém que é tão querido e te faz bem? Será que é realmente válido seguir em frente na marra, deixando para trás pendências que fingimos esquecer para que a vida seja um pouco mais fácil? Vale mesmo a pena abandonar tudo só pra evitar sentimentos ruins? Pois bem, resolvi que não deveria desistir tão facilmente daquilo que eu queria. Fui atrás, de mansinho para não ser pego desapercebido, e, quando menos esperava, comecei a notar mudanças. O que se passava? Eu não sei direito e pretendo não saber mesmo! Sem expectativas? Não... já desisti de fugir delas! Aceito-as de bom grado! O momento é outro e o quero viver da melhor forma possível! O que será daqui pra frente? Bem, eu, particularmente, não me importo! Já disse e repito: quero viver o hoje! Gostaria de postar vários trechos de músicas que poderiam representar esse momento, mas colocarei um aqui que faz um sentido diferente.
"Feche a porta do seu quarto
Porque se toca o telefone
Pode ser alguém
Com quem você quer falar
Por horas e horas e horas..."
(Eu Sei - Legião Urbana)
Mas, se quiser entender o que se passa, veja Apenas mais uma de amor do Lulu Santos!
Ah, só pra não parecer que não tenho um poema pra situação, aqui vai um!
Resumindo: o mundo dá voltas!
Voltas
O mundo dá voltas
E acaba no mesmo lugar
A vida dá voltas
Sem destino para voltar
O mundo dá voltas
E faz com ele viajar
A vida dá voltas
E não volta para o mesmo lugar
O mundo dá voltas
Muita coisa pode mudar
A vida dá voltas
Várias pessoas se pode encontrar
Mas fique certo que um dessas voltas
Um dessas pessoas você vai amar.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Como estou me sentindo hoje?
Hoje está sendo mais um dia de dúvidas acerca do que me mantém associado à determinada pessoa. Já perguntei pessoalmente, na desesperada tentativa de esclarecer de vez o assunto. Porém, quanto mais tento entender, menos sei do que se trata.
Não adianta! Eu fujo dos sinais como um gato foge do banho. Ignoro-os a todo custo, a fim de não dar interpretações equivocadas ao “sou legal, não estou te dando mole”. Entretanto, no fim do dia, quando a cabeça repousa, sou pego pelos mesmos pensamentos dos quais me afasto (ou pelo menos tento) durante todo o dia.
Vivo de porquês: Por que tenho que me importar tanto com ela? Por que ela se faz tão estranhamente importante na minha vida? Por que tento sempre a incluir em tudo que faço? Por que eu? É só isso que quero entender! POR QUE EU? Logo eu... cheio de expectativas, falhas, anseios e outras coisas que me fugiram à cabeça agora. É sério! Por que ela tem que querer falar logo comigo quando está chateada com algo? Por que ela insiste em querer conversar comigo, sair comigo, estar comigo? Não cabe a mim responder.
Resposta para isso tudo? Não tenho! Eu simplesmente não sei nenhuma delas.
Se você me perguntar agora o que sinto por ela, direi simplesmente que a amo de um jeito que não sei explicar. Mas, se forçar um pouco, direi que me sinto tão intimamente ligado a ela, que a amo como irmã. Eu me preocupo com o bem estar dela, se ela está comendo direitinho, se está se sentindo sozinha na casa nova, se quer companhia pra ir até o mercado ou apenas pra passar o tempo. O problema é quando a tenho perto de mim. Irmãos não sentem vontades “estranhas” quando estão pertos um do outro... Fujo disso! Concentro-me em outras coisas. Afasto qualquer tipo de pensamento leviano acerca desse assunto! Não quero inventar o que pode ser que não exista! Afinal, somos amigos!
Ah, como eu gostaria de apenas cortar todos os laços e seguir em frente. Mas não... há algo maior que me mantém preso a ela. Luto, reluto e não me calo. Instintivamente, continuo me desfazendo de toda e qualquer expectativa que possa surgir (e surge!). Estou realmente determinado a deixar tudo isso de lado e viver para mim. O problema é que, de alguma forma, a gente mantém uma conexão estranha e complexa. É tudo muito complicado. Eu realmente preciso encontrar um modo de a arrancar de vez da minha vida. Mas, quero fazer isso de forma justa e digna. Não vou fugir como um covarde. Preciso dar o exemplo para que ela faça o mesmo. Continuar neste chove não molha será ruim para mim, mesmo sem saber se também será para ela.
Sinto vontade de escrever sobre isso tudo, como acabei de fazer, mesmo sem saber se ajuda de alguma forma. Bem, acho que ajuda sim, pois é a manifestação de aspectos que me incomodam e me fazem refletir em quão estranhas e engraçadas são as relações interpessoais.
O que vão pensar de mim ao ler isto? Confesso que não me importo muito. Se escrevo e coloco aqui é porque tenho plena consciência desta atitude. Se não quisesse, simplesmente não postaria!
Ah, deixa pra lá.
Bem, só pra não ficar sem um poeminha, colocarei um que escrevi num momento de revolta com o mundo. Relaxem, não é uma constância na minha vida! Mas, todos temos dias assim...
Devorando
Devorando-me antropofagicamente
Consumindo-me eu meu individualismo
Egocêntrico e narcisista
Sigo a voracidade que me faz sobreviver em meio ao caos.
Metaforicamente me refaço em mar e fúria
Procuro uma independência fugaz e efêmera
A fim de, com ela, fazer o que bem entender.
Instalo-me nos softwares de minha mente leviana
E reprogramo o sistema.
Sagazmente começo um novo começo
Non-adaptation mode ligado
Disposto à inovação.
Pelo próprio espelho, rechaçado?
Talvez não seja tão estranho assim.
Pelas pessoas, desdenhado?
Continuo achando normal.
Seria esse o preço a pagar pelo desapego
Viver assim no desassossego?
Impressa até o cabelo, Hostilidade.
Fujo da cara de desespero com facilidade
Com inerente eloqüência
A verdade disfarço.
Remexo, viro do avesso
Devoro-me no terraço.
Gargalhadas enlouquecidas
Confortam meu habitat.
Loucura é sempre bem vinda
Não consigo a evitar.
Não adianta! Eu fujo dos sinais como um gato foge do banho. Ignoro-os a todo custo, a fim de não dar interpretações equivocadas ao “sou legal, não estou te dando mole”. Entretanto, no fim do dia, quando a cabeça repousa, sou pego pelos mesmos pensamentos dos quais me afasto (ou pelo menos tento) durante todo o dia.
Vivo de porquês: Por que tenho que me importar tanto com ela? Por que ela se faz tão estranhamente importante na minha vida? Por que tento sempre a incluir em tudo que faço? Por que eu? É só isso que quero entender! POR QUE EU? Logo eu... cheio de expectativas, falhas, anseios e outras coisas que me fugiram à cabeça agora. É sério! Por que ela tem que querer falar logo comigo quando está chateada com algo? Por que ela insiste em querer conversar comigo, sair comigo, estar comigo? Não cabe a mim responder.
Resposta para isso tudo? Não tenho! Eu simplesmente não sei nenhuma delas.
Se você me perguntar agora o que sinto por ela, direi simplesmente que a amo de um jeito que não sei explicar. Mas, se forçar um pouco, direi que me sinto tão intimamente ligado a ela, que a amo como irmã. Eu me preocupo com o bem estar dela, se ela está comendo direitinho, se está se sentindo sozinha na casa nova, se quer companhia pra ir até o mercado ou apenas pra passar o tempo. O problema é quando a tenho perto de mim. Irmãos não sentem vontades “estranhas” quando estão pertos um do outro... Fujo disso! Concentro-me em outras coisas. Afasto qualquer tipo de pensamento leviano acerca desse assunto! Não quero inventar o que pode ser que não exista! Afinal, somos amigos!
Ah, como eu gostaria de apenas cortar todos os laços e seguir em frente. Mas não... há algo maior que me mantém preso a ela. Luto, reluto e não me calo. Instintivamente, continuo me desfazendo de toda e qualquer expectativa que possa surgir (e surge!). Estou realmente determinado a deixar tudo isso de lado e viver para mim. O problema é que, de alguma forma, a gente mantém uma conexão estranha e complexa. É tudo muito complicado. Eu realmente preciso encontrar um modo de a arrancar de vez da minha vida. Mas, quero fazer isso de forma justa e digna. Não vou fugir como um covarde. Preciso dar o exemplo para que ela faça o mesmo. Continuar neste chove não molha será ruim para mim, mesmo sem saber se também será para ela.
Sinto vontade de escrever sobre isso tudo, como acabei de fazer, mesmo sem saber se ajuda de alguma forma. Bem, acho que ajuda sim, pois é a manifestação de aspectos que me incomodam e me fazem refletir em quão estranhas e engraçadas são as relações interpessoais.
O que vão pensar de mim ao ler isto? Confesso que não me importo muito. Se escrevo e coloco aqui é porque tenho plena consciência desta atitude. Se não quisesse, simplesmente não postaria!
Ah, deixa pra lá.
Bem, só pra não ficar sem um poeminha, colocarei um que escrevi num momento de revolta com o mundo. Relaxem, não é uma constância na minha vida! Mas, todos temos dias assim...
Devorando
Devorando-me antropofagicamente
Consumindo-me eu meu individualismo
Egocêntrico e narcisista
Sigo a voracidade que me faz sobreviver em meio ao caos.
Metaforicamente me refaço em mar e fúria
Procuro uma independência fugaz e efêmera
A fim de, com ela, fazer o que bem entender.
Instalo-me nos softwares de minha mente leviana
E reprogramo o sistema.
Sagazmente começo um novo começo
Non-adaptation mode ligado
Disposto à inovação.
Pelo próprio espelho, rechaçado?
Talvez não seja tão estranho assim.
Pelas pessoas, desdenhado?
Continuo achando normal.
Seria esse o preço a pagar pelo desapego
Viver assim no desassossego?
Impressa até o cabelo, Hostilidade.
Fujo da cara de desespero com facilidade
Com inerente eloqüência
A verdade disfarço.
Remexo, viro do avesso
Devoro-me no terraço.
Gargalhadas enlouquecidas
Confortam meu habitat.
Loucura é sempre bem vinda
Não consigo a evitar.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Pensando alto... e reclamando!
Bem, não é uma postagem usual, mas tá valendo!
Decidi que não vou mais gastar energia num ciclo fútil com coisas, pessoas e situações que não merecem. Isto me cansa demais. Prefiro dar o braço a torcer e desistir de vez em quando. Afinal, isso faz parte do circo da vida.
Decidi que não quero mais me dedicar àquilo que pensam ou deixam de pensar a meu respeito. As pessoas partem de muitas premissas e assumem que devo – ou não! – me comportar sempre da mesma maneira. Mais que isso, é complicado agradar a todos que estão ao meu redor, sejam amigos ou não. Sempre se espera demais da gente e nem sempre sabemos ou podemos corresponder! A frustração gerada sempre me machuca no final das contas.
Decidi que ir de encontro à minha própria natureza é errado, mesmo quando tenho plena consciência de que determinados comportamentos e atitudes não condizem com todos os momentos. Mas, e daí se sou desse jeito? Quando vão aprender que esse sou eu? Se sou “bonzinho” (isso é o contrário de “Mauzinho”?) quase o tempo todo? E daí? Não se pode mais pensar nas outras pessoas, as quais também poderíamos classificar de nossos semelhantes? É ruim ser altruísta ou apenas tentar bancar o Bom Samaritano? Ta tudo errado! Eu não sou assim com todos e o tempo todo. Faço isso com quem me convém... ta, ok, confesso que também faço com quem não me convém.
A questão é que não quero ser julgado apenas pelas minhas ações altruístas. Quem disse que não sei ser mau? Mais que isso, quem disse que já não sou assim também?
Ah, cara!
Acho que já cheguei no meu limite para algumas coisas. O problema é que me falta uma “válvula de escape”. Isso mesmo. Preciso encontrar alguma coisa para concentrar um monte de energia, seja positiva ou negativa. Às vezes, apenas escrever não me é suficiente. I need something more!
Decidi que sou mesmo cheio de expectativas, mas que posso conviver pacificamente com a maioria delas. É claro que também me decepciono bastante, mas a vida é assim mesmo. Altos e baixos sempre farão parte. Bem, não gosto de coisas muito fáceis mesmo...
Ai Tédio, por que eu tive que reconhecer a sua presença na minha existência? Era tão mais fácil quando eu simplesmente me mantinha preso ao meu mundo fechado, limitado e simplório. Mas, não... eu tive que abrir os olhos para uma nova realidade! Tive que ter a brilhante idéia de me reinventar! Agora veja como estou? Insatisfeito com muitas coisas com as quais não posso/consigo lidar! Isso também me consome muita energia. Haja mitocôndria para sintetizar tamanha quantidade de ATP (eu não esqueci a Glicólise, ok?). A questão é que já é tarde demais para pensar em voltar. Além disso, há muitas outras novas vertentes que me deixam feliz neste meu novo modo de (vi)ver a vida. Gosto dele, de verdade! Mesmo em meio às tribulações, insatisfações e confusões, encontro um sentido bem mais abangente.
Ai, ai... quanta ansiedade e desejo de viver novas aventuras, conhecer novas pessoas e viajar, tanto literal quanto conotativamente. Ta, a ordem não é necessariamente esta, mas ta valendo.
Acho que preciso me dedicar mais à leitura. Não me pergunte o porquê! Só deu vontade de escrever isso aqui. Como tenho procurado obedecer minhas vontades, escrevi!
Na verdade, acho que tô precisando me apaixonar! É sério! Adoro estar apaixonado! Além disso, preciso aproveitar enquanto ainda me sinto apaixonável! Por que digo isso? Ora, eu me conheço! Se não aproveitar a chance, acabarei voltado ao meu estado basal. Aí é tenso! Se eu criar de volta todas as barreiras, escudos e armadilhas que coloco para me proteger disso, acho que boa parte de mim reclamará bastante durante um bom tempo. Logo, preciso aproveitar a brecha deixada...
Quanto a isto, felizmente (isso é ponto de vista!) não tenho mais pendências sentimentais comigo mesmo. Acho que já posso dizer que resolvi o “caso mal-resolvido”. Daqui pra frente, nada mais de sinais ou imaginação! Ainda não decidi se isso é realmente bom ou ruim, de verdade. Em Contrapartida, posso dizer que ganhei mais uma amiga. Acho isso uma constante na minha vida, mas tudo bem! Talvez o meu destino seja esse mesmo. Talvez eu tenha aparecido com um propósito diferente do que eu imaginava! Bem, as coisas acontecem conforme o planejamento Maior e eu confio nEle!!!
Ufa! Acho que já escrevi bastante... e isso foi apenas porque estava muito chateado hoje à tarde! Precisava mesmo retirar algumas coisas de dentro de mim e que estavam incomodando!
Decidi que não vou mais gastar energia num ciclo fútil com coisas, pessoas e situações que não merecem. Isto me cansa demais. Prefiro dar o braço a torcer e desistir de vez em quando. Afinal, isso faz parte do circo da vida.
Decidi que não quero mais me dedicar àquilo que pensam ou deixam de pensar a meu respeito. As pessoas partem de muitas premissas e assumem que devo – ou não! – me comportar sempre da mesma maneira. Mais que isso, é complicado agradar a todos que estão ao meu redor, sejam amigos ou não. Sempre se espera demais da gente e nem sempre sabemos ou podemos corresponder! A frustração gerada sempre me machuca no final das contas.
Decidi que ir de encontro à minha própria natureza é errado, mesmo quando tenho plena consciência de que determinados comportamentos e atitudes não condizem com todos os momentos. Mas, e daí se sou desse jeito? Quando vão aprender que esse sou eu? Se sou “bonzinho” (isso é o contrário de “Mauzinho”?) quase o tempo todo? E daí? Não se pode mais pensar nas outras pessoas, as quais também poderíamos classificar de nossos semelhantes? É ruim ser altruísta ou apenas tentar bancar o Bom Samaritano? Ta tudo errado! Eu não sou assim com todos e o tempo todo. Faço isso com quem me convém... ta, ok, confesso que também faço com quem não me convém.
A questão é que não quero ser julgado apenas pelas minhas ações altruístas. Quem disse que não sei ser mau? Mais que isso, quem disse que já não sou assim também?
Ah, cara!
Acho que já cheguei no meu limite para algumas coisas. O problema é que me falta uma “válvula de escape”. Isso mesmo. Preciso encontrar alguma coisa para concentrar um monte de energia, seja positiva ou negativa. Às vezes, apenas escrever não me é suficiente. I need something more!
Decidi que sou mesmo cheio de expectativas, mas que posso conviver pacificamente com a maioria delas. É claro que também me decepciono bastante, mas a vida é assim mesmo. Altos e baixos sempre farão parte. Bem, não gosto de coisas muito fáceis mesmo...
Ai Tédio, por que eu tive que reconhecer a sua presença na minha existência? Era tão mais fácil quando eu simplesmente me mantinha preso ao meu mundo fechado, limitado e simplório. Mas, não... eu tive que abrir os olhos para uma nova realidade! Tive que ter a brilhante idéia de me reinventar! Agora veja como estou? Insatisfeito com muitas coisas com as quais não posso/consigo lidar! Isso também me consome muita energia. Haja mitocôndria para sintetizar tamanha quantidade de ATP (eu não esqueci a Glicólise, ok?). A questão é que já é tarde demais para pensar em voltar. Além disso, há muitas outras novas vertentes que me deixam feliz neste meu novo modo de (vi)ver a vida. Gosto dele, de verdade! Mesmo em meio às tribulações, insatisfações e confusões, encontro um sentido bem mais abangente.
Ai, ai... quanta ansiedade e desejo de viver novas aventuras, conhecer novas pessoas e viajar, tanto literal quanto conotativamente. Ta, a ordem não é necessariamente esta, mas ta valendo.
Acho que preciso me dedicar mais à leitura. Não me pergunte o porquê! Só deu vontade de escrever isso aqui. Como tenho procurado obedecer minhas vontades, escrevi!
Na verdade, acho que tô precisando me apaixonar! É sério! Adoro estar apaixonado! Além disso, preciso aproveitar enquanto ainda me sinto apaixonável! Por que digo isso? Ora, eu me conheço! Se não aproveitar a chance, acabarei voltado ao meu estado basal. Aí é tenso! Se eu criar de volta todas as barreiras, escudos e armadilhas que coloco para me proteger disso, acho que boa parte de mim reclamará bastante durante um bom tempo. Logo, preciso aproveitar a brecha deixada...
Quanto a isto, felizmente (isso é ponto de vista!) não tenho mais pendências sentimentais comigo mesmo. Acho que já posso dizer que resolvi o “caso mal-resolvido”. Daqui pra frente, nada mais de sinais ou imaginação! Ainda não decidi se isso é realmente bom ou ruim, de verdade. Em Contrapartida, posso dizer que ganhei mais uma amiga. Acho isso uma constante na minha vida, mas tudo bem! Talvez o meu destino seja esse mesmo. Talvez eu tenha aparecido com um propósito diferente do que eu imaginava! Bem, as coisas acontecem conforme o planejamento Maior e eu confio nEle!!!
Ufa! Acho que já escrevi bastante... e isso foi apenas porque estava muito chateado hoje à tarde! Precisava mesmo retirar algumas coisas de dentro de mim e que estavam incomodando!
domingo, 22 de agosto de 2010
Trilogia - Parte III
Para finalizar, aqui vai o que me deu, provavelmente, menos trabalho pra escrever. Por quê? Ah, essa é muito fácil. Manda uma mais difícil (Chaves rules!!!)! Bem, foi menos complicado porque fala sobre sentimentos-sentimentos. Não são anseios, vontade de mudar ou coisas do gênero. Parafraseando Jota Quest, Este não é mais um poema de amor. São pensamentos soltos, traduzidos em palavras pra que você possa entender o que também não entendo. Simples assim!
Confesso que não tenho um nome bom para ele, por isso decidi deixar Saudade de você, que foi o primeiro que me veio à cabeça.
Mas, quer saber? Acho que tô mais distante dele hoje do que quando o escrevi. Porém, o mais curioso é que sei que, com a mesma facilidade que este pensamento me vem, ele também se vai! Ai ai ai... adoro minha vida!
Sem mais delongas e para fechar a Trilogia, aqui vai:
Saudade de você
O que fazer se ainda sinto teu cheiro impregnado em cada fração de meu ser?
Se tua presença ainda habita cada cômodo incômodo de minha mente.
Se teu corpo está impresso como digitais pelo meu.
Se em meu vasto vocabulário a palavra mais empregada é teu nome.
Busco alternativas incoerentes que me façam entender.
Desfaço-me de teus olhares, vulgares chamativos ao encontro de você.
Recolho-me à minha idéia vaga do que é querer te ter.
Desconserto-me em meu concerto, não sei bem se enlouqueço ou se apenas sou assim.
Alter ego, onde estás? Se minha procura é ineficaz, se a loucura me refaz, então por que se esconder?
Não há razão para tal.
Saudade é tão normal.
Fantasiado, aprisionado em desapegos, sigo minha própria razão.
Razão irracional, arquitetada em cristal, que insiste em me lembrar.
Estou preso a falsas promessas recuperadas por minha memória eidética.
Não consigo me esquivar.
Os olhos surgem como aquedutos pelos quais escoa até a face um jorro de lágrimas.
Um canal pelo qual se estabelece uma comunicação entre os sentidos do corpo e da alma.
Engasgada em meu próprio sorriso, pedindo para ser extravasada, está minha vontade.
Mas o que fazer?
Paradoxalmente, trancado em você encontro minha liberdade.
Esta é a condição que escolhi para viver:
Assumir que te amo e é impossível te esquecer!
Por que inventar novos valores?
Por que não saborear os dissabores?
Você disse que não seria a pessoa certa para mim. Eu acreditei.
Você disse que não era boa o bastante. Disso também sei.
Se tua presença me faz rima.
Se tua tristeza me convida
A te reanimar
Deveria eu desistir de te encontrar?
Confesso que já tentei.
Tentativas vãs, eu sei, falhei!
E por isso decidi!
Não importa o que aconteça
Se você não sai da minha cabeça
Dentro dela ficarás.
Pode não ser o mais seguro, mas eu gosto do escuro e é lá que quero estar.
No obscuro escuro dos teus olhos. Lugar um tanto quanto incógnito.
Quando estiver disposta a amar, basta ir lá me procurar...
Confesso que não tenho um nome bom para ele, por isso decidi deixar Saudade de você, que foi o primeiro que me veio à cabeça.
Mas, quer saber? Acho que tô mais distante dele hoje do que quando o escrevi. Porém, o mais curioso é que sei que, com a mesma facilidade que este pensamento me vem, ele também se vai! Ai ai ai... adoro minha vida!
Sem mais delongas e para fechar a Trilogia, aqui vai:
Saudade de você
O que fazer se ainda sinto teu cheiro impregnado em cada fração de meu ser?
Se tua presença ainda habita cada cômodo incômodo de minha mente.
Se teu corpo está impresso como digitais pelo meu.
Se em meu vasto vocabulário a palavra mais empregada é teu nome.
Busco alternativas incoerentes que me façam entender.
Desfaço-me de teus olhares, vulgares chamativos ao encontro de você.
Recolho-me à minha idéia vaga do que é querer te ter.
Desconserto-me em meu concerto, não sei bem se enlouqueço ou se apenas sou assim.
Alter ego, onde estás? Se minha procura é ineficaz, se a loucura me refaz, então por que se esconder?
Não há razão para tal.
Saudade é tão normal.
Fantasiado, aprisionado em desapegos, sigo minha própria razão.
Razão irracional, arquitetada em cristal, que insiste em me lembrar.
Estou preso a falsas promessas recuperadas por minha memória eidética.
Não consigo me esquivar.
Os olhos surgem como aquedutos pelos quais escoa até a face um jorro de lágrimas.
Um canal pelo qual se estabelece uma comunicação entre os sentidos do corpo e da alma.
Engasgada em meu próprio sorriso, pedindo para ser extravasada, está minha vontade.
Mas o que fazer?
Paradoxalmente, trancado em você encontro minha liberdade.
Esta é a condição que escolhi para viver:
Assumir que te amo e é impossível te esquecer!
Por que inventar novos valores?
Por que não saborear os dissabores?
Você disse que não seria a pessoa certa para mim. Eu acreditei.
Você disse que não era boa o bastante. Disso também sei.
Se tua presença me faz rima.
Se tua tristeza me convida
A te reanimar
Deveria eu desistir de te encontrar?
Confesso que já tentei.
Tentativas vãs, eu sei, falhei!
E por isso decidi!
Não importa o que aconteça
Se você não sai da minha cabeça
Dentro dela ficarás.
Pode não ser o mais seguro, mas eu gosto do escuro e é lá que quero estar.
No obscuro escuro dos teus olhos. Lugar um tanto quanto incógnito.
Quando estiver disposta a amar, basta ir lá me procurar...
Trilogia - Parte II
Olá de novo pessoas!
Bem, como começado ontem, aqui vai a segunda parte.
Um novo tempo retrata uma fase de mudanças que têm acontecido. Boas ou ruins? Confesso que ainda não entendi bem! Diria que os dois, pois dependerá, para variar, do ponto de vista de quem as vê.
Um novo tempo
Houve um tempo no qual fui alvo de minha própria ignorância. Ignorância esta que me levou à estagnação incoerente de seguir com coerência aquilo que meu subconsciente repudiava a todo custo.
Houve um tempo no qual fixei correntes, estacas, vigas. Chamei a isso tudo de Eu e me mantive fiel, sem críticas ou questionamentos sobre o que pensava acerca da vida.
“Sim, senhor! Não, senhor!”
Olho para trás e me pergunto: “Aquilo era eu?”
Sob os véus da incredulidade, estarrecido, perguntei-me novamente: “Aquilo realmente era eu?”
Concluí, por fim, que “Sim!” era a resposta mais plausível. Talvez não fosse a que esperava ou quisesse, mas era a que respondia à questão.
Decidido, revirei gavetas... mundos, fundos, sarjetas. Angustiei-me enquanto não me encontrava; inquiete-me porque a hora passava depressa e inexorável.
Inexorável é o destino. Irredutível como tem que ser.
Como por serendipismo, encontrei(-me)!
Ao amanhecer de um novo dia, havia despertado um novo Eu.
Terá sido um sonho? Estaria vivendo um sonho? Não! O que fora Eu mesmo não mais encontrava espaço dentro daquilo que reconheci como um novo modo de ser.
Independentemente do que ocorrera no mais íntimo de minha alma, acordei sentindo uma leveza de espírito.
Uma nova vida fluía ardente e serena.
Como nunca acontecera antes, grilhões, algemas e pistões haviam se partido e a liberdade corria serelepe por minhas veias.
Teria o irredutível destino poupado-me de tal prisão? Creio que não. O mais provável é que eu tenha forçado esta quebra de paradigmas. Sim! Foi exatamente isso que se fez presente naquele momento.
Senhoras e senhores! Respeitável público. Um novo tempo começou. Recebam com uma salva de palmas...
Eu!
Bem, como começado ontem, aqui vai a segunda parte.
Um novo tempo retrata uma fase de mudanças que têm acontecido. Boas ou ruins? Confesso que ainda não entendi bem! Diria que os dois, pois dependerá, para variar, do ponto de vista de quem as vê.
Um novo tempo
Houve um tempo no qual fui alvo de minha própria ignorância. Ignorância esta que me levou à estagnação incoerente de seguir com coerência aquilo que meu subconsciente repudiava a todo custo.
Houve um tempo no qual fixei correntes, estacas, vigas. Chamei a isso tudo de Eu e me mantive fiel, sem críticas ou questionamentos sobre o que pensava acerca da vida.
“Sim, senhor! Não, senhor!”
Olho para trás e me pergunto: “Aquilo era eu?”
Sob os véus da incredulidade, estarrecido, perguntei-me novamente: “Aquilo realmente era eu?”
Concluí, por fim, que “Sim!” era a resposta mais plausível. Talvez não fosse a que esperava ou quisesse, mas era a que respondia à questão.
Decidido, revirei gavetas... mundos, fundos, sarjetas. Angustiei-me enquanto não me encontrava; inquiete-me porque a hora passava depressa e inexorável.
Inexorável é o destino. Irredutível como tem que ser.
Como por serendipismo, encontrei(-me)!
Ao amanhecer de um novo dia, havia despertado um novo Eu.
Terá sido um sonho? Estaria vivendo um sonho? Não! O que fora Eu mesmo não mais encontrava espaço dentro daquilo que reconheci como um novo modo de ser.
Independentemente do que ocorrera no mais íntimo de minha alma, acordei sentindo uma leveza de espírito.
Uma nova vida fluía ardente e serena.
Como nunca acontecera antes, grilhões, algemas e pistões haviam se partido e a liberdade corria serelepe por minhas veias.
Teria o irredutível destino poupado-me de tal prisão? Creio que não. O mais provável é que eu tenha forçado esta quebra de paradigmas. Sim! Foi exatamente isso que se fez presente naquele momento.
Senhoras e senhores! Respeitável público. Um novo tempo começou. Recebam com uma salva de palmas...
Eu!
sábado, 21 de agosto de 2010
Trilogia - Parte I
Salve, salve!
Aqui estou de novo na mesma semana! Eu disse que voltaria a escrever aqui... pelo menos até o próximo ciclo de encheção de saco!
Hoje, finalmente, terminei minha trilogia! Do que falo? Ah, vai... é só ler o penúltimo post e saberá! Mas, como sou muito legal e altruísta (Reinaldo será sempre Reinaldo), explicarei sucintamente. A questão é que decidi escrever 3 poemas simultaneamente! Foi uma tarefa complicada, mas finalizada com sucesso!
Bem, se ficaram bons ou não... quem sabe sou eu! Gostei sim do resultado!
Como sei que vocês pedirão para ler, postá-los-ei aqui!
O primeiro, Anseios, retrata um pouco do que tenho tido vontade de fazer, mas que nem sempre é possível. Eu gosto do caráter otimista dele.
Anseios
Sinto uma profusão de sentimentos tilintando em minha mente.
Sinto a confusão que me é inerente.
Sou passado, futuro e presente.
Sou pássaro livre, solto, envolto em minha jornada em busca do querer.
Querer amar.
Querer desamar.
Querer desarmar corações habitados por desejos obscuros, inseguros e abstratos.
Sinto uma chama acesa incendiando minha razão.
Sinto o calor aquecendo gélidos sentimentos guardados sob o colchão.
Sou o canto que encanta a sereia e permeia o mar reluzente.
Sou mistura de sensações diferentes, eminentes, iminentes.
Tentar entender o inentendível alegra minha alma. Alma lavada, polida, encerada.
Tentar aquietar o (in)oportuno modo de ser Eu não me convém.
Do contrário, giro a manivela que me movimenta para o infinito e além!
Aqui estou de novo na mesma semana! Eu disse que voltaria a escrever aqui... pelo menos até o próximo ciclo de encheção de saco!
Hoje, finalmente, terminei minha trilogia! Do que falo? Ah, vai... é só ler o penúltimo post e saberá! Mas, como sou muito legal e altruísta (Reinaldo será sempre Reinaldo), explicarei sucintamente. A questão é que decidi escrever 3 poemas simultaneamente! Foi uma tarefa complicada, mas finalizada com sucesso!
Bem, se ficaram bons ou não... quem sabe sou eu! Gostei sim do resultado!
Como sei que vocês pedirão para ler, postá-los-ei aqui!
O primeiro, Anseios, retrata um pouco do que tenho tido vontade de fazer, mas que nem sempre é possível. Eu gosto do caráter otimista dele.
Anseios
Sinto uma profusão de sentimentos tilintando em minha mente.
Sinto a confusão que me é inerente.
Sou passado, futuro e presente.
Sou pássaro livre, solto, envolto em minha jornada em busca do querer.
Querer amar.
Querer desamar.
Querer desarmar corações habitados por desejos obscuros, inseguros e abstratos.
Sinto uma chama acesa incendiando minha razão.
Sinto o calor aquecendo gélidos sentimentos guardados sob o colchão.
Sou o canto que encanta a sereia e permeia o mar reluzente.
Sou mistura de sensações diferentes, eminentes, iminentes.
Tentar entender o inentendível alegra minha alma. Alma lavada, polida, encerada.
Tentar aquietar o (in)oportuno modo de ser Eu não me convém.
Do contrário, giro a manivela que me movimenta para o infinito e além!
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Recomeçando!
Bem, já que tava devendo postagens novas aqui, vou colocar mais um poema da Nova Geração! Ahahahah!
Espero que gostem... se bem que, se não gostarem, cada um com seus problemas! Brincadeirinha!
Sem mais palavras, aqui vai!
Néctar da vida
Sinto correndo em mim o doce néctar que me mantém vivo.
O mesmo que carameliza ao sentir o ardor de teu corpo.
O mesmo que gelifica ao sentir o cortante frio de uma despedida.
Veias, artérias e suas vertentes. Todas em prol da grande colméia.
Enquanto remexo minhas memórias, sinto um jorro de novas lembranças de um passado tratado como presente.
A enfadonha mesmice já se foi para dar lugar ao novo modo de ser Eu.
Doce néctar que me mantém vivo. Escorre suave de minha carne transpassada pela espada do desejo.
Desejo de estar comigo, contigo e com ninguém. Desejo de deixar pegadas na lua, na rua ou em qualquer lugar. Desejo de ser ao menos lampejo que ilumina a mente escurecida daqueles que não crêem na vida.
Espero que gostem... se bem que, se não gostarem, cada um com seus problemas! Brincadeirinha!
Sem mais palavras, aqui vai!
Néctar da vida
Sinto correndo em mim o doce néctar que me mantém vivo.
O mesmo que carameliza ao sentir o ardor de teu corpo.
O mesmo que gelifica ao sentir o cortante frio de uma despedida.
Veias, artérias e suas vertentes. Todas em prol da grande colméia.
Enquanto remexo minhas memórias, sinto um jorro de novas lembranças de um passado tratado como presente.
A enfadonha mesmice já se foi para dar lugar ao novo modo de ser Eu.
Doce néctar que me mantém vivo. Escorre suave de minha carne transpassada pela espada do desejo.
Desejo de estar comigo, contigo e com ninguém. Desejo de deixar pegadas na lua, na rua ou em qualquer lugar. Desejo de ser ao menos lampejo que ilumina a mente escurecida daqueles que não crêem na vida.
E lá se vão 10 dias...
Oi pessoas! Saudades de mim? Eu também! Querem explicações para minha ausência por tempo tão longo? Ótimo! Tenho que falar a verdade ou posso dar uma resposta de amigo? Tá bom, tá bom... falo a verdade.
Andei um pouco sem saco! Isso mesmo! Estava sem vontade de escrever aqui. Falta de material pra colocar não é, pois tenho de sobra e continuo escrevendo. Falta de algo novo aqui? Pode até ser, pois ainda não terminei os 3 (isso mesmo! TRÊS!) poemas que tô escrevendo simultaneamente. O mais curioso? Todos com expressões bem distintas do que tenho passado. Busca do que sou, saudades, anseios... todos temas discutidos em poemas. Na verdade, um deles não é um poema propriamente dito, mas um poema-em-prosa.
Tenho me mantido afastado do computador em determinados momentos ou fazendo outras coisas nele que não escrever. A questão é que, de qualquer forma, não tive vontade de postar nada aqui até hoje! Coincidentemente, foram 10 dias sem postar. Mas, poderiam ser mais... ou menos!
Desde a última postagem (aquela da "Clarice"), tenho vivido sentimentos conturbados, estranhos e gostosos. Pode isso? Vai entender! O motivo? Ah, só ler os posts anteriores e entenderão.
Claro que a falta de tempo também foi um motivo a mais pra não postar aqui. Afinal, semana passada comecei a maratona de shows de Agosto (dia 12 - Ana Carolina; dia 13 - Jay Vaquer!) e não parei em casa em outros dias.
Anyway, independentemente dos motivos, todos convergem para o mesmo lugar.
O que será agora? Bem, ainda não finalizei os meus poemas. Pra falar a verdade, isso é outra coisa que tem acontecido com frequência: "dificuldade" pra terminar um poema. As aspas são necessárias porque eu tenho feito isso quase que intencionalmente. Desde que comecei a escrever de forma menos rimada, tenho encontrado mais desafios. Claro que as rimas se fazem presentes em alguns casos, mas confesso que tenho buscado algo menos "musical". Não que eu não goste, pelo contrário, mas é apenas o momento pelo qual estou passando que me leva a querer ser assim!
Aliás, é assim que tenho vivido... minha vida Pessoal! A cada momento é uma sensação nova que me acomete. Tenho estado tão esquisito que nem eu me entendo mais. Ainda preciso colocar algumas coisas em ordem, arrumar direitinho algumas ideias e aquietar determinados sentimentos que insistem em se manifestar nas horas mais (in)oportunas! Confesso que ainda não sei o que fazer para lidar com isso! Tenho sido Eu mesmo o tempo todo, mesmo carregando no peito aquilo que até eu mesmo desconheço!
Bem, não quero falar determinadas coisas aqui... gosto de manter "privacidade" em alguns assuntos! Ahahahahahahah!!!
Vou me esforçar pra escrever mais por aqui! Não juro que vou prometer, nem prometo que vou jurar (Obrigado Jay Vaquer!)!
Paz e bem a todos!
Rei Estilo
Andei um pouco sem saco! Isso mesmo! Estava sem vontade de escrever aqui. Falta de material pra colocar não é, pois tenho de sobra e continuo escrevendo. Falta de algo novo aqui? Pode até ser, pois ainda não terminei os 3 (isso mesmo! TRÊS!) poemas que tô escrevendo simultaneamente. O mais curioso? Todos com expressões bem distintas do que tenho passado. Busca do que sou, saudades, anseios... todos temas discutidos em poemas. Na verdade, um deles não é um poema propriamente dito, mas um poema-em-prosa.
Tenho me mantido afastado do computador em determinados momentos ou fazendo outras coisas nele que não escrever. A questão é que, de qualquer forma, não tive vontade de postar nada aqui até hoje! Coincidentemente, foram 10 dias sem postar. Mas, poderiam ser mais... ou menos!
Desde a última postagem (aquela da "Clarice"), tenho vivido sentimentos conturbados, estranhos e gostosos. Pode isso? Vai entender! O motivo? Ah, só ler os posts anteriores e entenderão.
Claro que a falta de tempo também foi um motivo a mais pra não postar aqui. Afinal, semana passada comecei a maratona de shows de Agosto (dia 12 - Ana Carolina; dia 13 - Jay Vaquer!) e não parei em casa em outros dias.
Anyway, independentemente dos motivos, todos convergem para o mesmo lugar.
O que será agora? Bem, ainda não finalizei os meus poemas. Pra falar a verdade, isso é outra coisa que tem acontecido com frequência: "dificuldade" pra terminar um poema. As aspas são necessárias porque eu tenho feito isso quase que intencionalmente. Desde que comecei a escrever de forma menos rimada, tenho encontrado mais desafios. Claro que as rimas se fazem presentes em alguns casos, mas confesso que tenho buscado algo menos "musical". Não que eu não goste, pelo contrário, mas é apenas o momento pelo qual estou passando que me leva a querer ser assim!
Aliás, é assim que tenho vivido... minha vida Pessoal! A cada momento é uma sensação nova que me acomete. Tenho estado tão esquisito que nem eu me entendo mais. Ainda preciso colocar algumas coisas em ordem, arrumar direitinho algumas ideias e aquietar determinados sentimentos que insistem em se manifestar nas horas mais (in)oportunas! Confesso que ainda não sei o que fazer para lidar com isso! Tenho sido Eu mesmo o tempo todo, mesmo carregando no peito aquilo que até eu mesmo desconheço!
Bem, não quero falar determinadas coisas aqui... gosto de manter "privacidade" em alguns assuntos! Ahahahahahahah!!!
Vou me esforçar pra escrever mais por aqui! Não juro que vou prometer, nem prometo que vou jurar (Obrigado Jay Vaquer!)!
Paz e bem a todos!
Rei Estilo
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